O QUE TORNA UM CASAMENTO VÁLIDO PARA DEUS

Comentários

Ouço muito comentário do tipo: “Meu casamento foi um erro. É hora de recomeçar e ser feliz”.
O que torna, enfim, um casamento válido diante de DEUS?
Ambos serem solteiros (nunca terem se casado antes), de sexo diferente (homem com mulher) e terem tomado um e outro como marido e esposa em uma confissão pública (cartório e/ou religioso). Só isso.
Portanto:
1)    INCREDULIDADE não anula um casamento para DEUS – desculpa do tipo “eu não conhecia a Palavra de DEUS, era ímpio, quando no dia em que me casei”, não tem validade alguma. Casamento não pertence a instituição religiosa alguma. Ele faz parte do projeto criacionista de DEUS, no Éden, quando nem pecado havia ainda. Ninguém se casa para ser santo ou obter um lugar no Céu. Salvação é bem diferente de casamento.
2)    IMATURIDADE também não anula casamento para DEUS – “éramos muito novos, não sabíamos bem das coisas, não tínhamos experiência do que era de fato uma vida de casado” é outra frase que soa como desculpa para DEUS. Casamento é uma escolha, uma decisão pessoal, que DEUS não interfere. Não importa se ambos estão preparados ou não. Casou? Pague o preço da obediência por essa escolha.
3)    EMOCIONALISMO – “casei por emoção, empolgação, apenas por ter a sensação do que era um casamento” é outra justificativa que, para DEUS, não desfaz o matrimônio. Como disse no item anterior, casamento é uma decisão pessoal, racional, embora, de fato, muitos se casem por pura emoção. Mesmo nesse caso, a consciência sempre se fará presente. A perspectiva da emoção trazida para o casamento é um grande engano. As pessoas pensam que se casam para serem felizes. A prova é que quando não sentem mais que são felizes dentro do matrimônio querem logo se separar.
4)    FALTA DE SENTIMENTO – “depois que me casei, descobri que não amava meu cônjuge. Daí, decidi me separar”. O casamento para DEUS não depende daquilo que os dois expressam sentir. Aliás, o amor é bem diferente de sentimento. Associar o amor a sentimento foi invenção dos românticos do século XIX. Depois que essa falsa ideia foi propagada no mundo, muitas pessoas se sentiram no direito de repudiar o cônjuge. O verdadeiro Amor é atitude, responsabilidade, compromisso. Todos que se casam, casam-se afirmando amar um ao outro. Mas se houvesse duas pessoas solteiras, sexo diferente, afirmando, no momento do casamento, se odiarem, esse casamento também seria validado para DEUS. A validade de um casamento cristão independe do que os dois sintam ou venham a sentir depois de casados.
5)    INFIDELIDADE CONJUGAL – Se vivêssemos debaixo da época da Lei judaica ou unicamente do Código Civil Brasileiro, certamente o casamento poderia ser desfeito nesse caso e a humanidade passaria pelo maior holocausto já registrado na História. Sabe por quê? Porque a pena, segundo a Lei de Moisés para quem cometesse adultério era a morte (Leia Levítico 20:10). A cada dia milhares e milhares de cônjuges morreriam apedrejados por causa dos seus adultérios cometidos. Ora, JESUS certa vez disse que só olhar para o outro com intenção impura já estamos cometendo adultério. Cada país teria que criar campos de extermínio diário e em massa, como aconteceu na Segunda Guerra Mundial. Mas graças a DEUS que JESUS veio e nos ensinou o PERDÃO como pilar principal dos ensinamentos DELE, que devemos estar sempre prontos a perdoar o outro, a recebê-lo sem culpa ou ressentimento. Como JESUS perdoa o adultério, então, a questão principal passou a ser: homem nenhum pode separar aquilo que DEUS uniu e abençoou.
6)    QUESTÕES DIVERSAS – “conheci meu marido em um bar”; “conheci minha esposa em uma casa de prostituição”; “nos conhecemos através de um site de relacionamento”; “nos casamos na praia, no campo de futebol, no meio do carnaval etc.”; “ele (ou ela) já se ‘casou’ com outra, já tem nova ‘família’, com filhos e tudo, está muito feliz”. Nenhuma dessas questões citadas anteriormente anula um casamento abençoado por DEUS. De fato só existe uma coisa que desfaz a aliança que NOSSO SENHOR uniu e abençoou, um só motivo, uma só causa, que veremos a seguir.
7)    A MORTE – só ela é capaz de desfazer a “uma só carne”. Por isso, depois das perguntas indispensáveis em um aconselhamento, o que pergunto logo em seguida é: seu cônjuge está vivo? Se a resposta for positiva, o casamento ainda existe para DEUS. Agora, se ele morreu, já abotoou o paletó, se já foi “comer capim pela raiz” (como se diz aqui no Nordeste), você é livre para se casar com quem quiser, porque, pelo que eu saiba, nos conselhos de CRISTO, não existe prazer sexual obtido apenas por meio das lembranças de quem morreu...
Como observamos acima, casamento é bem mais sério do que se parece, e bem diferente da maneira como o mundo o concebe. A calça apertou ou está velha e desbotada? Fique com ela até que seu cônjuge esteja respirando. Não tente trocá-la ou substituí-la, pois, se assim fizer, você estará vivendo em adultério, longe da presença de DEUS e sem a salvação da sua alma.

back to top