Compromisso de amar

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Não é somente um amor falado e cantado, mas é um sentimento encarnado no cotidiano.
Existe alguma coisa que não deve ser modificada em um casamento? O que seria – forma, estrutura, padrões ou regras, posicionamento do marido e da esposa?Em minha opinião o que deve ser absolutamente sólido e imutável num relacionamento conjugal é o compromisso que uma pessoa assume com a outra.
Esse compromisso não é algo apenas emocional, uma simples atração que faz com que ambos se desejem ardentemente.
É um compromisso de vida, que leva duas pessoas a se amarem profundamente, conforme descrito em 1 Coríntios 13. Não é somente um amor falado e cantado, mas é um sentimento encarnado no cotidiano. É uma escolha mútua, constante; um compromisso verbalizado e praticado.
Vamos ver algumas atitudes que os cônjuges devem querer QUERER procurar desenvolver. Essas atitudes devem partir de um para com o outrotro e visam facilitar cumprir ocompromisso assumido um dia, por escolha própria e verbalizado na presença de Deus, de amigos e parentes e um do outro:
 Ser paciente
 Ser bondoso (a)
 Ser fiel
 Ser perdoador
 Alegrar-se quando a justiça reinar no relacionamento
 Viver em harmonia
 Estar disposto (a) a esperar o melhor do cônjuge
 Não desanimar
 Não ter ciúmes
 Não tentar ser superior
 Não ser cruel, sarcástico (a), grosseiro (a)
 Não ser egoísta 
 Não ser defensivo (a).
 Não se ofender por coisas mínimas
 Não se alegrar com a falha do cônjuge e nem aproveitar a oportunidade para se promover
Cada casal terá outras particularidades a serem acrescentadas. Mesmo que você não aprecie listas de espécie alguma, lembre-se que há momentos em que haverá necessidade de parar e, pelo menos, visualizar alguns pontos vitais.
Cada casal saberá o momento adequado de dizer um ao outro que está consciente desse compromisso, e que, compreende a necessidade de ambos levarem-no a sério. Os votos abaixo, não são palavras mágicas, mas podem ajudar, e muito, os casais que, sinceramente, os proferirem:
“O compromisso que assumi com você será mantido durante toda vida, porque escolhi viver ao seu lado até que a morte nos separe. Minha incapacidade de cumprir todos os ítens citados é compensada pela maravilhosa beleza do perdão. Posso errar, mas ainda assim ser perdoado (a). Porém, isso não me libera para acomodar-me nos erros, mas sim para crescer em nosso relacionamento, sem intimidações. Sei que, sendo fiel a Deus, o serei a você. Quero continuar a caminhada ao seu lado, consciente de minha dependência do Pai”.
Esse amor compromissado lança fora medo e fracasso e oferece ambiente seguro para crescimento como pessoas e como casal. Quando um cônjuge se utiliza da fraqueza do outro para controlar a situação e até fazer ameaças de abandono, a lista acima já foi há muito abandonada e o descuido, penetrando, já começou a destruir a relação.
Mesmo assim, ainda é tempo de assumir uma postura madura, que  agrada o Deus que odeia o divórcio e quer que vivamos em calma e harmonia.
É preciso decidir querer. É preciso dedicação, é preciso assumir o compromisso!

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